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Um pouco da minha história com a Disney

Às vezes me pego olhando mil notícias, lendo “milhões” de blogs diferentes (não só do Brasil) e fico pensando em quem nunca foi para a Disney e começa a procurar informações. São tantos lugares diferentes, tantas formas diferentes de escrever e jeitos de passar a mesma informação e você se pergunta: por que escolheu ser mais um nesse mundo???

Quando eu viajei a primeira vez com a minha tia e voltei dizendo que queria ser guia, acho que minha mãe pensou que era coisa de adolescente e que ia passar. Tadinha, né (kkkkk). Pois é, ao invés de fazer a viagem de 8ª série para Fortaleza com a maioria, uma minoria fechou um grupo para a Disney e lá fui eu pela 2ª vez , no ano seguinte. Isso só reforçou a minha vontade!

Até que eu encontrasse um lugar para fazer o curso, demorou um tempo. Em julho de 1994, eu e minha família viajamos (pai, mãe e irmãs) pela 1ª vez juntos para a Disney e foi a 1ª vez do meu pai lá… e foi emocionante! Lembro até hoje disso… e de cenas legais demais, como a de um menininho atrás dele, no meio da parada da tarde, meu pai sentado no chão e, quando o Mickey passou, o menino começou a bater na cabeça dele gritando “Mickey, Mickey, Mickey”… e ele só olhou e riu.

Nessa viagem eu encontrei a empresa para fazer o curso que eu tanto queria e sonhava! O “problema” foi ter encontrado uma empresa séria, que só me deixou fazer o curso quando completei 18 anos. Então, tive que esperar mais um pouco… e assim o fiz… Com 18 anos, fiz o curso teórico em Brasília e depois terminamos o curso prático em Orlando.

Nesse mesmo ano, 1996, fizemos uma viagem familiar em Janeiro, quando alugamos 3 casas em um condomínio fechado. Naquela época quase ninguém falava sobre isso e não me lembro de ver muitas referências sobre esse assunto… Mas, foram meus tios que resolveram tudo, pois meus pais não foram nessa viagem. Minhas irmãs ficaram com uns tios e eu fiquei com a minha tia e a minha prima com quem viajei a primeira vez.

E, por incrível que pareça, em Julho, fui de novo para Orlando!! Sonho, né? Até hoje não acredito quando penso nisso e quando olho no passaporte… até mesmo quando penso que nessa última entrada, até o agente da imigração brincou comigo… disse que o Mickey já estava sentindo a minha falta. Olha, vou ser muito sincera com vocês: ser guia é uma das coisas mais cansativas do MUNDO! Dou parabéns para quem consegue manter esse ritmo por muitos anos…. eu não consegui!

No ano seguinte, fui novamente para a Disney, mas como passageira, com uma prima e por outra empresa, mas tenho que admitir que viajar como passageira depois de ser guia foi terrível. A gente vê os erros sem poder falar nada e acaba ficando incomodada. Como eu já era maior de idade, depois de uns dias, pedi para andar separada do grupo para não ter problemas com ninguém.

Depois dessas viagens, passei um tempo sem viajar para lá, não por opção, claro… quem fica sem ir para a Disney por opção??? Comecei a namorar… e disneymaníaco que se preze tem que arrumar logo um outro para poder ir para onde??? Disney, claro!! Brincadeiras à parte, meu namorado naquela época, e marido hoje, também é um apaixonado pela Disney e por tudo que Walt Disney deixou de história, o que facilitou mais viagens para meu local favorito. Desde que estamos juntos, já fomos 8 vezes juntos, sendo 3 com nossos filhos. Hoje, somos 4 disneymaníacos na casa.

E aí? Gostou de saber um pouco da minha história? Me conta um pouco da sua também! Beijos, Dani



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Child Swap no Busch Gardens

Veja como funciona no parque:

  • você deve informar o atendente na entrada da atração que você deseja realizar uma “TROCA infantil”;
  • você receberá um cartão de fila virtual que basicamente salvará seu ponto na fila, sem que você tenha que esperar na fila;
  • quando for hora de retornar, o atendente direcionará a metade das pessoas com você através da entrada de acesso especial para embarcar no passeio imediatamente;
  • nota: a primeira metade que deseja entrar deve certificar-se de levar o cartão de fila virtual com eles porque será assinado e autorizado para um segundo uso por um atendente na área de carregamento;
  • uma vez que eles terminarem o seu passeio, o cartão de fila virtual assinado será passado para a outra metade das pessoas e eles terão acesso a bordo imediatamente;
  • a opção virtual queue card é útil porque garante que os membros do seu grupo não se separem.

Obs: não localizei as atrações do parque em que é possível fazer o child swap

Cheetah Run

local de visualização dos Cheetahs

Construídos para a velocidade, os Cheetahs tem pernas longas, finas e musculosas, uma pequena e arredondada cabeça em um pescoço longo, uma espinha flexível, um baú profundo, almofadas especiais em seus pés para tração e uma cauda longa para o equilíbrio. Eles também são o único gato que não pode retrair as suas garras, uma adaptação para ajudar a manter a tração.

Heart of Africa Tour

Conheça os treinadores dos animais e junte-se a eles para fazer encontros próximos com hipopótamos, chitas e leões neste passeio a pé do Edge of Africa.

Mínimo 10 anos de idade;

 

75 minutos andando;

 

U$ 29 por pessoa.

(imagem retirada da internet)

Cheetah Hunt

Montanha russa de lançamento triplo

Uma celebração do animal terrestre mais rápido, a montanha russa mais longa de Tampa Bay rapidamente correu e entrou na lista de favoritos. Esta montanha russa de lançamento triplo leva cavaleiros muito acima do parque, depois corre para o chá através de um desfiladeiro rochoso. Em um comprimento de 1341 metros, Cheetah Hunt é a atração mais longa do parque.

altura mínima: 121,92cm

 

– acesso à atração: para aqueles convidados que não conseguem esperar na fila, é utilizado um sistema de “fila virtual” e os hóspedes receberão um tempo de retorno para viajar (veja o membro da equipe na entrada da atração). No horário fornecido, o convidado irá para a entrada da fila para embarcar no passeio. Consulte um membro da equipe para obter assistência e maiores instruções.

 

– condições físicas: para sua segurança, você deve andar somente se estiver com boa saúde. Contra indicada para mulheres grávidas, pressão arterial elevada, doenças cardíacas, problemas no pescoço ou nas costas, cirurgia recente, propensos ao enjôo, tem uma sensibilidade aumentada a lugares fechados ou a qualquer outro impedimento médico.

(imagem retirada da internet)